CURSINHO PROF. CHICO POÇO

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Conheça o CP²!

A ONG Cursinho Prof. Chico Poço é uma organização civil sem fins lucrativos, que visa anualmente investir em sonhos de centenas de jovens de Jundiaí e região. Trata-se de um cursinho pré-vestibular popular, que tem como público-alvo estudantes que desejam ingressar em uma universidade de qualidade, porém não apresentam condições financeiras para preparar-se fazendo outros cursinhos pagos.

Justamente por esse caráter, fazem-se necessárias ações visando arrecadações e doações em geral. A ideia é continuarmos nossa empreitada sem perdemos o foco filantrópico de nossas ações.

O projeto ADOTE UM ALUNO é uma plataforma de arrecadação de fundos por meio de doações de pessoas físicas ou jurídicas, em contribuições pontuais ou recorrentes. Aqueles que contribuem com doações são chamados de padrinhos da ONG. O objetivo do projeto é auxiliar nossos alunos com a redução gradativa do valor da contribuição mensal paga por estes ao longo do ano, referente à aquisição do material didático e despesas de manutenção do cursinho, como contas de água e de luz, material de limpeza, giz e caneta para lousas etc. Atualmente, o aluno se compromete a contribuir com R$ 35 em cada mês letivo do ano.

Adote um aluno!

NOTÍCIAS E INFORMAÇÕES

6ª edição do CP Vest tem recorde de público

Já consagrada em Jundiaí e região, a tradicional feira de profissões do Cursinho CP² teve sua sexta edição realizada no último dia 24 de agosto. O evento contou com a presença de cerca de 130 profissionais das mais diversas áreas do conhecimento, que se deslocaram até o Lar Anália Franco voluntariamente para ajudar os jovens vestibulandos da região a tirarem suas dúvidas sobre suas futuras carreiras.

“Gosto muito de contribuir com esse momento de escolha dos estudantes. A decisão da carreira é algo extremamente difícil e importante”, conta a terapeuta ocupacional Patrícia Milharese, que este ano participou pela segunda vez do CP Vest. Ela também elogiou a organização da feira. “O clima de harmonia existente entre os voluntários é contagiante, o que deixa o ambiente muito agradável”, conclui.

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Visitantes assinam o livro de presença e recebem programação da feira

Bate papo informal faz a diferença

Um dos principais diferenciais do CP Vest é o de proporcionar ao estudante um bate papo informal com os profissionais (estudantes da graduação ou graduados já inseridos no mercado de trabalho), que podem esclarecer suas dúvidas de forma mais pontual. Tradicionalmente, as feiras de profissões são realizadas com palestras, o que acaba inviabilizando um contato mais direto entre estudante e profissional. “Acredito que o formato de conversa informal funcione melhor, pois desta forma conseguimos passar mais claramente nossa experiência pessoal e esclarecer o que eles realmente querem saber”, completa Patrícia.
Bruna Martins, vestibulanda e aluna da ONG, concorda. “Com esse formato, a gente tem muito mais liberdade para conversar e esclarecer as dúvidas. Acho que toda e qualquer feira de profissões deveria ser assim”, opina. A estudante foi ao evento, pois estava insegura quanto ao curso que gostaria de prestar. “Sempre gostei de física e matemática, mas ultimamente estava achando que queria cursar jornalismo, que é um curso de humanas, e isso me deixou muito confusa”, conta. A ida à feira foi fundamental para que Bruna pudesse descobrir como é o curso de jornalismo, a rotina de um profissional da área e a atual situação do mercado de trabalho. “Agora, tenho certeza de que é isso mesmo que quero para o meu futuro”, conta aliviada.

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Profissionais de engenharia química esclarecem dúvidas dos estudantes

Edição foi a maior já realizada pela ONG

Além de Bruna, a feira contou com a presença de cerca de 320 estudantes. “Foi o maior CP Vest de todos os tempos em número de profissionais, profissões atendidas e público presente. Sem dúvidas, um grande sucesso”, comemora Rafael Galeoti, um dos responsáveis pela organização do evento.
Este ano, além das conversas informais com os profissionais, os estudantes também puderam participar de três espaços de “diálogo”, cada um com meia hora de duração. Os temas abordados foram mídias digitais, fatos não contados sobre o vestibular e as dificuldades de ser médico na atualidade. Além disso, foram oferecidas duas micro oficinas de orientação vocacional realizadas pela psicóloga Lívia Zanini, voluntária da ONG.

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Os voluntários do CP² agradecem a presença de todos!

COMO O CP² FUNCIONA

Voluntários

São mais de 50 voluntários trabalhando todos os dias pela educação

Grade horária

Aulas de segunda a sexta, das 19h às 23h, e também aos sábados, com plantões diários

Simulados e eventos

Preparamos os nossos vestibulandos formal e informalmente, com provas simuladas e eventos que incentivam os alunos

120

vagas para alunos

82

aprovações
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